terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Substâncias Tóxicas em Roupas de Marcas de Luxo


Acesse o site e assine a petição por uma moda livre de substâncias tóxicas perigosas.



Sobre a campanha
Lançada em 2011, a campanha Detox do Greenpeace pede o comprometimento de grandes marcas para zerar o despejo de substâncias químicas perigosas nas águas até 2020. Atualmente, a partir da pressão pública dos consumidores, 20 grandes empresas como Nike, Adidas Puma, C&A e Victoria's Secret se comprometeram a desintoxicar e estão trabalhando por uma cadeia de produção transparente e livre de
contaminação.

Investigação do Greenpeace encontrou substâncias perigosas em roupas infantis de marcas de luxo




 “Era uma vez um reino não tão distante onde vivia um pequeno rei. Sua mãe queria só o melhor para seu querido filho e comprou para ele as roupas mais luxuosas do reino. No entanto, ele se recusava a vesti-las  porque conseguia ver algo que sua mãe não conseguia. Ele percebia que as roupas estavam contaminadas com substâncias químicas perigosas. Recusando-se a vestir qualquer roupa, ele então proclamou que nenhum produto tóxico nas roupas seria permitido em seu reino e em todo o mundo, desafiando os alfaiates a produzir roupas livres de tóxicos para ele e para todas as crianças”.

A pequena história acima é uma releitura do clássico “A Nova Roupa do Imperador”, do autor Hans Christian Anderson, em que o rei é enganado acreditando estar vestindo roupas especiais quando na verdade está completamente nu. Ela foi adaptada pelo Greenpeace para revelar a mentira tóxica por trás das marcas de luxo do mundo da moda. No conto de fadas atual, grandes marcas do mundo fashion como Versace, Louis Vuitton, Dior e Dolce&Gabbana estão também enganando seus consumidores, escondendo a presença de substâncias químicas perigosas por trás do glamour de suas passarelas. Roupas de luxo podem ser exclusivas, mas químicos tóxicos não são.
Uma investigação do Greenpeace Internacional divulgada hoje (veja aquiem inglês) revelou que as mesmas substâncias químicas perigosas usadas na produção de roupas de marcas comuns também são utilizadas em roupas infantis de marcas de luxo como Versace, Louis Vuitton, Dior e Dolce&Gabbana.
“As marcas de luxo apostam muito na exclusividade e qualidade de seus produtos. Mas esse relatório mostra que eles estão enganando os seus consumidores com mentiras tóxicas. As substâncias químicas perigosas afetam a todos nós. As empresas precisam desintoxicar sua cadeia de produção e entender que as pessoas conseguem ver além da grande ilusão que essas marcas criaram”, disse Chiara Campione, do Greenpeace Itália.
As substâncias encontradas pela investigação do Greenpeace são despejadas nos rios e lagos de países onde são fabricadas, mas também estão sendo liberadas das roupas compradas e vendidas no mundo todo. Quando liberadas no meio ambiente elas podem contaminá-lo e algumas podem se tornar substâncias tóxicas capazes de causar distúrbios hormonais e gerar riscos de saúde para crianças e adultos.
“Já está na hora dessas marcas de luxo, que são conhecidas como formadoras de opinião no mundo da moda, começarem a liderar a revolução para uma moda livre de tóxicos. Comprometendo-se com a desintoxicação de suas cadeias de produção, marcas como Valentino e Burberry mostraram que a moda não precisa custar o planeta. O que as marcas viciadas em tóxicos como Versace, Louis Vuitton, Dior e Dolce&Gabbana estão esperando?” questionou Campione.
Essa é uma história de verdade que afeta a todos nós, mas que ninguém gostaria de contar para seus filhos. Felizmente, as pessoas têm o poder de dar a ela um final feliz. Vamos nos unir ao pequeno rei por uma moda livre de substâncias tóxicas perigosas  em nome do bem estar de todas as crianças ao redor do mundo.

(artigo de autoria do Greenpeace)

O Que O Greenpeace Acha Sobre Comer Carne?



Eu particularmente, achei contraditória a atitude da Ana Paula Maciel: de defender o Ático e ser carnívora ao mesmo tempo sendo que ela é ativista do Greenpeace... Eu fiquei perplexa quando eu soube disso, porque afinal de contas a Ana Paula deve saber muito bem que o consumo de carne contribui para o aquecimento global, e o aquecimento global contribui para o derretimento mais rápido das calotas polares!

(Isto é o que está escrito no site do Greenpeace) :

Após três meses presa na Rússia por conta de um protesto pacífico, a ativista Ana Paula Maciel foi recebida por sua família, em dezembro, com um churrasco. Essa notícia resultou em críticas ao Greenpeace, expondo uma suposta contradição entre comer carne e, ao mesmo tempo, defender o desmatamento zero.
O Greenpeace defende uma redução drástica do consumo de proteína animal, não apenas para poupar a floresta e reduzir as emissões, mas também para a saúde humana. Por outro lado, para cumprir nossa missão de promover padrões de produção e consumo sustentáveis, não podemos desconsiderar o impacto que a produção atual de carne representa para o meio ambiente.
Desde 2009, temos uma frente de campanha voltada à pecuária. Buscamos mostrar diversas vezes como o avanço da produção de carne resultou em invasão de terras indígenas, destruição de áreas de floresta preservadas ou mesmo violência no campo. Como resultado, os três maiores frigoríficos do país assumiram o compromisso de só comprar carne de fazendas que comprovadamente adotam o desmatamento zero como prática, além de rejeitar trabalho escravo e ameaça às terras indígenas.
Esse é um passo importante, mas sabemos que não é o suficiente. Atualmente, a média de consumo diário de carne no mundo é de cem gramas por pessoa e a tendência é que esse consumo aumente vertiginosamente nos próximos 40 anos. É por isso que aplaudimos iniciativas como a “Segunda sem Carne” ao promover a redução do consumo e uma dieta mais balanceada.
Acreditamos que a decisão de se tornar vegetariano contribui para reduzir a pressão sobre a floresta e o clima. Mas achamos também que essa escolha é de âmbito pessoal. Muitos de nós, do Greenpeace, realmente somos vegetarianos ou veganos. Outros comemos carne. Não estabelecemos julgamento moral sobre indivíduos em particular.
Não enxergamos contradição entre esse posicionamento e nossa defesa pela Amazônia. Nossas lutas têm frentes distintas a das entidades que defendem o vegetarianismo, mas são convergentes.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Salve o Ártico!


 

 

 

O gelo do Ártico, do qual todos nós dependemos, está desaparecendo rapidamente. Nos últimos 30 anos, perdemos três quartos das calotas polares, o Ártico está ameaçado pela exploração de petróleo, pesca predatória e pela guerra.

 

Por isso devemos tomar uma atitude contra tudo isso!

 

Lembre-se, proteger o Ártico significa proteger a todos nós, dependemos dele!